Colômbia: Presença ICM no Seminário Continental contra o Tráfico de Pessoas

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Aconteceu de 18 a 20 de agosto de 2017, em Bogotá, capital da Colômbia, o Seminário Continental contra o Tráfico de Pessoas. Teve como tema “Onde estão os que te condenaram? Vida Consagrada por uma sociedade sem Trafico”, e lema: “ O grito Profético da Vida Consagrada contra o Tráfico de Pessoa”.

O objetivo foi sensibilizar, capacitar e acompanhar a Vida Religiosa Consagrada, na articulação do trabalho em rede, contra o Tráfico de Pessoas na América Latina e Caribe, a fim de que possa, de maneira profética, responder ao clamor da realidade de hoje.

Representando o Brasil estiveram as Irmãs: Eurides Alves de Oliveira, ICM, coordenadora nacional da Rede, Ir. Jusciêda Araujo Menezes, CSSF- CRB Nacional e Ir. Rosa Helena Cipres Díaz, EIM- uma das referências da Rede na região nordeste.

O primeiro dia do seminário foi fortemente marcado pela presença vibrante e comprometida das religiosas, religiosos, leigos e leigas de 19 países da América Latina e Caribe que, motivados e motivadas pelo horizonte inspirador da CLAR, “saiamos depressa ao encontro da Vida”, se colocaram a caminho na luta contra esse crime e grave violação dos direitos humanos. Motivados e motivadas a sairmos dos nossos lugares, da nossa zona de conforto e caminharmos… a ir ao encontro do outro, da outra. Inspirados e inspiradas pela presença de nossa mãe Maria, que saiu em uma atitude de prontidão para servir, fomos desafiadas com a seguinte pergunta: E nós, como vida religiosa consagrada para onde devemos sair?

Ir às periferias existenciais, onde a vida clama, nos abrirmos a intercongregacionalidade ao ecumenismo e ao laicato. Sair da nossa zona de conforto e acompanhar os irmãos e irmãos mais empobrecidos. Sair ao encontro das mulheres camponesas, maltratada, oprimidas e exploradas. Sair ao encontro das pessoas desamparadas, sair das nossas estruturas conventuais; sair ao encontro das pessoas traficadas, das crianças, dos jovens…, não ter medo de ir onde a vida está ameaçada; sair das nossas casas ricas e vivermos com as portas aberas em atitude de acolhida; sair ao encontro da vida e abrir as portas de nossas comunidades para acolher as pessoas que chegam de tantos lugares.

Por: CRB Nacional

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