Madre Ana do Menino Jesus (1873 – 1889).

Com a morte de Bárbara Maix, assume como Superiora Geral Anna Barth, com o nome de Madre Ana do Menino Jesus (1873 – 1889).
Madre Ana foi companheira afável, fiel e comprometida com Madre Bárbara. Foi pessoa alegre, comunicativa, dinâmica. Assumiu o projeto Congregacional com esperança e sofrimento, na busca de espaço, vida, autonomia e florescimento.
O contexto histórico da época era de grandes dificuldades e desafios, pois a Congregação se encontrava diante:
• da perseguição às ordens religiosas pela maçonaria, proibindo a admissão de noviças; 
• da epidemia da varíola, castigando e ceifando a vida de muitas meninas dos Asilos;
• da divergência entre as Irmãs e Comunidades da Congregação.
Madre Ana contribuiu para a união entre as Comunidades religiosas e surgimento de novas vocações. Nesse período, foi adquirida a primeira propriedade da Congregação no Rio de Janeiro, cuja dívida foi ressarcida mediante a confecção de trabalhos de agulha, flores, velas, feitos pelas Irmãs, após a jornada de trabalho diário. 
Madre Ana empenhou-se com energia, oração, paciência pelo fortalecimento da Congregação, sofreu pela perda de várias Irmãs, encaminhou o processo de aprovação da Constituição. Madre Ana conduziu a Congregação durante 16 anos e faleceu aos 66 anos de idade, no Rio de Janeiro.

 

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