Madre Marta Maria Braccini (1973 – 1982).

Concluindo seu tempo no dinamismo da Congregação, o Espírito Santo, sombra eterna do Altíssimo, assistente dos pobres, motor do universo paira sobre  Maria de Lourdes Braccini e sobre o parecer capitular e a elege como Superiora Geral – Madre Marta Maria Braccini (1973 – 1982).
Foi uma Religiosa de muita coragem, fé, perspicácia e profunda comunhão com Deus, vivia em atitude de otimismo, firmeza e clareza de objetivos. Desencadeou um processo de dinamização na Congregação, enfocando:
• vida segundo o carisma;
• vida em comunhão fraterna;
• formação aprimorada das Irmãs; 
• opção preferencial pelos pobres; 
• espiritualidade bíblico-profética; 
• atenção às necessidades sociais.
Foi testemunho de pobreza, abnegação e renúncia. Construiu sua vida sobre “único fundamento – Jesus Cristo”, fonte primeira e última da fé cristã. 
Empenhou-se para que a opção pelos pobres fosse feita numa linha de presença e participação na vida do povo, em comunhão com seus anseios, necessidades e no compromisso conjunto de buscar a promoção humana e cristã. “Partilhar a vida com os necessitados é, para nós, um mandamento e não uma escolha. Estes precisam encontrar um lugar em nosso coração, em nossas ocupações, em nosso mundo de amizade e convivência”.
Ao longo de sua administração, cresce na Congregação a consciência eclesial e o compromisso social com os pobres.
Quando reeleita para um segundo sexênio, relutou, porque se sentia abalada em sua saúde. Manifestando preocupação com a dinamização da vida da Congregação, renunciou, após um triênio do segundo sexênio.
Em 1981, a Congregação obteve a aprovação oficial do texto da Constituição, que vigorava como experiência por oito anos. Madre Marta faleceu em Porto Alegre, com 59 anos de idade, no dia 04 de novembro de 1983.

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