Há 28 anos, Vaticano autorizava a abertura do processo de canonização de Bárbara Maix

 
 
 

Era o dia 02 de fevereiro de 1993 quando na Cúria da Arquidiocese de Porto Alegre, e na Sede Geral da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria (ICM), chegou a feliz notícia: O Vaticano autorizava a Sé Metropolitana a proceder com a abertura do processo beatificação e canonização de Madre Bárbara Maix.

Pronto! Estava dado o primeiro passo dentro do processo que pede a Igreja o reconhecimento da santidade da fundadora ICM. Passados 28 anos, o processo já superou a fase da beatificação em 06 de novembro de 2010, e agora está às portas do derradeiro passo que é a análise e reconhecimento do suposto milagre que poderá elevar a Bem-Aventurada às honras dos altares católicos em todo mundo.

De acordo com a Irmã Gentila Richetti, postuladora da causa de canonização, até que a decisão da Igreja fosse conhecida publicamente, um longo caminho foi percorrido pela Congregação:

“Em 1990, o Capítulo Geral da Congregação decidiu por solicitar o pedido de abertura do processo de canonização, através da Arquidiocese de Porto Alegre. Esse primeiro passo foi dado. A Diretora Geral da época, Irmã Maria Angelina Enzweiller nomeou a postulação da causa” disse.

Após esse passo, em 02 de fevereiro de 1993, a Congregação das Causas dos Santos, em Roma, informava ao Arcebispo de Porto Alegre, Dom Altamiro Rossato, que “Nada Obsta”, aprovando a abertura do processo.

Em 19 de junho de 1993 – Festa do Imaculado Coração de Maria, foi realizada, em Porto Alegre (RS), a Sessão de Abertura do PROCESSO SOBRE A VIDA, VIRTUDES E FAMA DE SANTIDADE da Serva de Deus, Bárbara Maix. Tratando-se de um Processo Histórico, toda a documentação a seu respeito foi submetida a estudo por uma comissão de “Peritos em História Eclesiástica e Arquivística” e a exame por um Teólogo.

Quatro anos depois, em 17 de março de 1997, data do Aniversário da morte de Bárbara Maix, o processo foi aberto na Congregação das Causas dos Santos, em Roma.

Para Irmã Gentila, enquanto se aguarda a abertura da etapa da canonização junto à Santa Sé, importa confiar e rezar:

“Que continuemos rezando e confiando para que a Causa chegue a bom termo. Este é um tempo de muita comunhão com a população que sofre. Bárbara Maix passou pela experiência das epidemias e manteve viva a esperança e a fé. Este é um grande legado que está em nossas mãos para levarmos adiante, inclusive como pede o lema do nosso último Capítulo Geral que diz ‘saiamos às pressas, a vida clama!’” finalizou.

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Por Magnus Regis | Comunicação ICM
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